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Espelho, espelho meu

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Meu nome é Izete Maria Rodrigues e tenho 67 anos de idade. Moro sozinha e sou independente. Também estou sempre em atividade e apesar da minha idade, não tenho medo de morar sozinha e isto não me impede de ser feliz, pois gosto de viajar, pratico atividades físicas como dança, alongamento e hidro. Não tenho nenhuma preocupação com o envelhecimento, pois não tenho tristezas e acho minha vida ótima e sei que viver é maravilhos...

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Professora fala sobre atividades físicas para idosos

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Ana Carolina Braz ,28 anos, é formada em educação física há nove anos e atua num projeto com idosos em Londrina, além de trabalhar em academia. Ela visitou o projeto Tempo Presente e respondeu aos questionamentos feitos pelos idosos.    Tempo Presente – Qual o primeiro passo para que uma pessoa idosa possa começar fazer exercícios físicos? Ana Carolina – O primeiro passo pra qualquer pessoa realizar uma atividade...

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Idosos fazem horta e compostagem

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No Centro de Convivência do Idoso Benedito Camargo Sobrinho, localizado no jardim Bandeirantes na rua Serra da Pedra selada,111, o grupo Nakayoshi da terceira idade, faz  reuniões aos   sábados do mês, das 8horas às 10horas e desenvolve várias atividades, tais como:dança japonesa, canto, estudo de língua, dobradura entre outras.E,  ainda, há um pequeno grupo denominado Amantes da Terrra coordenado por Akiko Hirroka e Yoshie...

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Ritual Toroo Nagashi homenageia falecidos

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Nas proximidades do dia de finados aconteceu na cidade de Carlópolis, norte do Paraná,  as margens da represa de Xavantes no rio Paranapanema, uma homenagem aos falecidos. Evento organizado  pela Igreja Budista, contou com a participação dos oboo-san (sarcedote budista) Eduardo Sassaki, de Maringá, e de representantes de outras cidades, como Curitiba, Rolândia e São Paulo. No dia 23 de outubro de 2010 foi o 29° encont...

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Tempo Presente

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Filhos ingratos*

Vejo alguns idosos
Por esse mundo largado
Uns por não terem família
Nem sequer foram casados.
Outros têm seus filhos
E foram por eles abandonados
Vivem sozinhos no mundo
Ou em um asilo deixados.

Osiel Marcelino – 70 anos
*Texto escrito para o projeto  de Comunicação e Expressão, publicado no livro Vidas em Versos

poema
 
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Manifestações culturais são inerentes ao ser  humano. O idoso pode aprender a dançar, cantar, ler, escrever. A prova disto é a pratica de Hip-Hop praticado por um grupo de pessoas idosas da região oeste de Londrina.  O grupo começou  esta dança por sugestão e orientação da coordenadora de esporte da Secretaria Municipal do Idoso de Londrina, a professora Vilma Diniz Ribeiro da Silva.

Esta dança de ritmo diferente, desconhecida até então pelo grupo, teve aceitação maciça. “A motivação foi total e tem aumentado o número de pessoas interessadas em aprender”, afirmou Áurea Santos Morette, 70 anos, aposentada, coordenadora do grupo.

Os idosos já receberam convites para apresentar em outros grupos de idosos, nos eventos da Secretaria de Idoso de Londrina e nas instituições de idosos. A proposta  é acrescentar mais movimentos e melhorar a coreografia. “A dança tem proporcionado melhora no relacionamento entre os membros do grupo, elevação de autoestima, sem falar na saúde”, afirmou a Áurea. Quando Áurea diz ter saúde, implica em ter saúde física, saúde mental e saúde psicológica.

idoso_participa_danca_poesiaPoesia
A  dona de casa Matsutio Hashimoto, 65 anos, é membro do grupo de idoso do São Francisco de Assis da região oeste de Londrina, fez parte do projeto de desenvolvimento de habilidades de comunicação e expressão, direcionada à pessoa idosa, desenvolvido pela Secretaria Municipal do idoso de Londrina.

Matsutio contou que, quando começou o curso, era leitura e interpretação de texto e, com o tempo, deparou com  a poesia e ficou apaixonada. “A poesia é uma coisa maravilhosa. Aprendi que tanto no sofrimento, na dor, na alegria, a gente pode fazer poesia. No final do curso, foi lançado o livro de poesia do grupo. O lançamento foi um sonho, me deu alegria de viver, pois jamais imaginei que isso pudesse acontecer na minha vida.”
O exemplo confirma que as manifestações culturais são inerentes ao ser humano. Sempre é tempo de começar.

Informações sobre o grupo
Rua Ruy Virmond Carnascialli, Jardim Leonor
Telefone: 3338-5533

Fukiko Okano – 71 anos

 

Idosos fazem horta e compostagem

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No Centro de Convivência do Idoso Benedito Camargo Sobrinho, localizado no jardim Bandeirantes na rua Serra da Pedra selada,111, o grupo Nakayoshi da terceira idade, faz  reuniões aos   sábados do mês, das 8horas às 10horas e desenvolve várias atividades, tais como:dança japonesa, canto, estudo de língua, dobradura entre outras.E,  ainda, há um pequeno grupo denominado Amantes da Terrra coordenado por Akiko Hirroka e Yoshie Kyosen Shimizu, ambas com 68 anos. Este grupo pratica a horta comunitária.

No local, havia terreno disponível cheio de entulhos, onde foi realizado um mutirão de limpeza, formando compostagem com os próprios galhos e folhas das árvores condenadas e eliminadas e, ainda, utilizando o lixo orgânico produzido nos próprios eventos e também nas casas.
compostagem

A atividade está sendo desenvolvida diretamente por seis voluntárias periodicamente nas manhãs e tardes, através de escalonamento. Elas preparam o solo, plantam mudas e sementes, eliminam ervas daninhas e também atendem eventuais visitantes que procuram o produto da horta. Apesar de não ter fim lucrativo,o produto é fornecido à comunidade, com valor simbólico para a manutenção da própria horta e jardim. O tamanho da horta,bem como a sua produção, é compatível às condições físicas das cultivadoras, sendo importante a adequação das atividades às necessidades impostas no decorrer do trabalho.

A companheira Akiko, que também é psicóloga e terapeuta corporal, afirmou que a prática da horticultura ou jardinagem resgata a energia e o equilíbrio do  corpo e mente, fazendo  perceber o prazer e a importância do contato com a água, terra, ar puro e o calor do sol bem dosado. “Na terceira idade, o cultivo da terra, como no nosso caso, é uma questão de estilo de vida -e não um mero trabalho braçal – braçal sim, mas um ótimo exercício complementar de musculação”, opinou a colega.

Aqueles que cuidam da horta comunitária praticam a cidadania, preservando o meio ambiente, zerando e reciclando o lixo. Aprendem e ensinam que o produto como o caldo verde de couve é um delicioso depurador de sangue, evitando doenças como  o reumatismo. Com a melhoria da qualidade de vida, os idosos colaboram com a sociedade com seus conhecimentos, que são repassados para os mais jovens  e conquistam a emancipação, desonerando os gastos pessoais e até os públicos na questão de saúde.

Yoshie Kyosn Shimizu - 67 anos

   

Participar de grupos é importante para a pessoa idosa

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Muitas vezes o  idoso fica preocupado com sua velhice! Pergunta para ele mesmo: o que será o final da minha vida?
Hoje sou uma pessoa saudável,  pratico esporte, faço caminhada, desço do ônibus consigo subir bem tranqüila, gosto de artesanato, bordar pintar.Faço meus afazeres de casa em geral com muito alegria, cuido das  flores com carinho pois elas deixam  a casa com a ar de felicidade,  muito mais bonita.

grupos_pessoa_idosaParticipo do grupo de idoso da minha comunidade e, neste ano fui eleita  coordenadora, mas eu já fazia parte da coordenação da equipe anterior. E não sou só eu. Maria Hernandes Manpiom, 72 anos,  secretária, hoje aposentada e pensionista, veio para o grupo este ano e  diz   que não vê a hora de vir para o grupo. “É gostoso, é outro astral,  as amizades são excelentes. Moro sozinha, meu filho me abandonou, ele vendeu minha casa e meu carro foi para os  Estado Unidos e não me pagou e a outra mora na Itália nem  me liga e a outra em Santa Catarina. A participação no grupo é para gente saber cada vez mais, dos nosso direitos.”

Maria parecida Mendes 62 anos, professora aposentada disse que o grupo trabalha  a cabeça, instrui e faz com que mente fique aberta para aprender  em qualquer idade, além de incentivar a participação em campeonatos.

Caroline Vinha Gassi, 68 anos, do lar, fala do grupo com otimismo. Ela foi umas das primeiras a participar do grupo 3ª  geração do jardim Sabará. Ela  participa com freqüência e fala que o grupo faz muito bem para saúde, a ginástica, as palestras e as atividades em geral do grupo. “Os passeios são inesquecíveis, e junto com a secretaria, tudo que eles oferecem para os grupos é muito bom e também participamos na comunidade, das missas, grupos de reflexão, estamos sempre encontrando pessoas.”

Maria de Lourdes Broietti – 60 anos

 

Ritual Toroo Nagashi homenageia falecidos

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Nas proximidades do dia de finados aconteceu na cidade de Carlópolis, norte do Paraná,  as margens da represa de Xavantes no rio Paranapanema, uma homenagem aos falecidos. Evento organizado  pela Igreja Budista, contou com a participação dos oboo-san (sarcedote budista) Eduardo Sassaki, de Maringá, e de representantes de outras cidades, como Curitiba, Rolândia e São Paulo.

No dia 23 de outubro de 2010 foi o 29° encontro, que já se tornou uma tradicional festa local, denominado como Tooroo Nagashii.A associação nipo brasileira local e de vários município do estado do  Paraná e São Paulo estavam presentes.
ritual_tooro

O encontro teve inicio às 14h30 com o culto e leitura pelo padre Sassaki dos nomes inscritos nos toorôos, tinha mais de 1.500. Depois, seguindo em Carreatas até a ponte na divisa com o estado de São Paulo, foi feita a soltura das lanternas iluminadas no rio para que a correnteza as levasse ao longo da represa, com show de fogos de artifícios e hinos cantados pelos participantes, em torno de 700 pessoas, isso já ao anoitecer.

De Londrina participou um grupo de 42 pessoas, lideradas pelo senhor Massaji Numata.   Participou deste encontrou pela primeira vez, a senhora Reiko Aizawa,73 anos, professora aposentada. Ela disse que achou muito interessante o significado do Toôroo Nagashi. “Gostei muito da palestra do padre Sassaki falando que temos que acreditar em Deus em primeiro lugar, para vivermos em harmonia com todos, em especial na terceira idade.”

Toorô Nagashii
Tem um significado muito interessante que é acompanhar a volta das almas ao mundo espiritual pelas correntezas das águas, com as lanternas iluminadas.

Madalena Setsuko Nishimori – 63 anos

   

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