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Respondendo a manifestação do leitor Ruy de Jesus Marçal Carneiro de “desrespeito ao LEC”

O art. 3º da lei nº 7941, de 23 de Nov. de 1999, no que se refere aos objetivos diz: elaborar e executar o plano municipal de esportes......desenvolvimento do esporte amador de competição, escolar, Universitário e comunitário, da recreação e do lazer, da atividade física, dos programas sociais e da “promoção de eventos”; assim, em 2009, promovemos as Olimpíadas Escolares do Brasil, com 2400 jovens de 26 (vinte e seis) Estados, todos alojados em Hotéis da cidade com recursos do COB. Eventos como (Stock Car, Fórmula Truck, Congressos, Festival de teatro e musica, quadrangular de futebol, etc. ), devem ser incentivados sempre considerando a relação custo benefício; o “esdrúxulo” quadrangular citado pelo leitor deixou R$ 14.000,00 (quatorze mil reais) nos cofres da FEL além do respectivo ISS, atualmente recolhido nos cofres públicos. É assim que cuidamos dos interesses do município. O aluguel do Moringão possibilitou em 2009 colocar 6000 cadeiras para melhor atender as 250.000 pessoas que passam por ali anualmente; em 1 ano de administração transformamos o Café de inabilitado em habilitado para jogos com 30.000 pessoas, em um momento quando os critérios de vistoria são mais rigorosos. O estádio que no passado atendia prioritariamente ao LEC hoje precisa atender a Portuguesa, o Junior Tean e o PSTC, legítimos representantes da cidade na 2ª e 3ª divisão do Paraná e, autorizados pela FEL para  realizarem seus mandos de jogo no Café. Sobre o quadrangular, a FEL, assim que soube da intenção de sua realização, consultou a Federação Paranaense de Futebol, que com muito bom senso marcou a rodada final de classificação da segunda divisão para o último dia 26/06 (sábado) às 15:30hs, sem prejuízos para o LEC.

Paulo Roberto de Oliveira – Diretor Presidente da FEL 
 

Indústrias

Para Mauro Viecilli, presidente da CODEL até 08.10.09 (JL 19.07.10). A política de apoio às indústriais londrinenses e atração de novos investimentos esta bastante dinâmica. Dois novos loteamentos industriais com 11 e 47 alqueires, estão em fase de fracionamentos. Três loteamentos, com lotes já doados, mas sem licenças ambientais, estão sendo regularizados. Lotes doados nos últimos 10 anos foram levantados. Aqueles que não cumpriram os prazos estão sendo retomados. Nesses 10 anos apenas 12% das empresas construíram no prazo. O restante 88% devolveu os terrenos ao Município. O parque tecnológico será concluído, acrescido de moderno laboratório de análise de alimentos. Temos a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, o Projeto Tecnopolo de transferência de tecnologia para a ponta produtiva, o ISS Tecnológico para incentivar utilização de novas tecnologias. Há perfeita interação entre Administração Municipal e empresários, empresas, academias, entidades de classes, conselhos comunitários e outras organizações. A Selmi vai continuar suas atividades em Londrina nas atuais instalações. A Puramania esta com projetos de expansão em Londrina e será apoiada pelo Município. A questão do Moinho Globo foi uma decisão estratégica da empresa. Estamos trabalhando na atração de grandes empresas internacionais. O emprego com carteira assinada cresceu 208% no primeiro semestre de 2010, em relação ao mesmo período de 2009.
 
KENTARO TAKAHARA. Presidente da CODEL - Instituto de Desenvolvimento de Londrina.
   

Laboratórios de Alimentos

Em atenção à carta do leitor, José Carlos Vieira de Almeida (JL 14.07.10), sócio de um laboratório de análise de alimentos, informamos que a decisão de investimentos de recursos federais, obtidos através de convênio com o Ministério da Ciência e Tecnologia, em um moderno laboratório de análise de alimentos, foi fruto de estudos compartilhados entre Codel, Senai e UTF-PR. Os números obtidos pela Codel mostram que a atividade do agronegócio responde por quase 40% do produto interno bruto do Paraná. Aponta ainda que 33% das atividades industriais de Londrina são do setor de alimentos. Que mais de 95% das empresas industriais do setor alimentício são de micro e pequenas empresas, que têm enormes dificuldades de acesso a exames laboratoriais de seus produtos. O Senai tem expertise suficiente para esse tipo de empreitada, de vez que opera 120 laboratórios, sendo 75 deles acreditados junto a órgãos como Anvisa, Inmetro e Mapa. A UTF-PR com seu curso de tecnologia em alimentos, tem conhecimentos técnico e ciêntífico, para orientar a utilização do laboratório para ensino, pesquisa, extensão, e em cursos de mestrado. Como foi dito na solenidade de assinatura desse convênio, esse novo laboratório virá reforçar e complementar esse setor, com infraestrutura e tecnologia de última geração. O laboratório será operado pelo Senai, mediante convênio específico, prestando serviços para todas empresas industriais do setor de alimentos, notadamente para as micros e pequenas empresas. Não tem o propósito de fazer concorrência a empresas do setor, mas sim prestar bons serviços, em benefíco do desenvolvimento da indústria de alimentos de Londrina e região. Não terá diretores, assessores e muito menos algum tipo de favorecimento. Continuaremos firmes na missão de contribuir para o desenvolvimento econômico, social e humano de Londrina.
 
KENTARO TAKAHARA. Diretor Presidente da Codel-Instituto de Desenvolvimento de Londrina.       

 

Praça Nishinomiya

Em relação às cartas da engenheira, Ana Cristina, e do publicitário Antonio Aparecido da Silva, informamos que a Guarda Municipal, que entrou em operação com 250 homens e mulheres, estará a partir da próxima segunda-feira (dia 12), no período das 7h às 24h, de domingo a domingo, com dois soldados na Praça Nishinomiya, para garantir a segurança e tranquilidade aos que buscam aquele local para descansar ou praticar esporte. A presença da Guarda é uma possibilidade de evitar que jovens usem drogas, ouçam som em volume fora do permitido ou mesmo transitem pelo local em alta velocidade.  A CMTU também aos domingos, coloca dois agentes de trânsito para fazer a fiscalização do trânsito e multar os infratores. Quanto à academia ao ar livre, a Secretaria Municipal do Idoso é responsável pela manutenção e tem feito isso em todas academias, com o apoio da CMTU e da Secretaria de Obras. O município, também, conta com o apoio da população, nos cuidados e zelo pelo local.

Núcleo de Comunicação – Prefeitura de Londrina
   

Londrina Esporte Clube

Em atenção à carta do leitor Gilmar Aparecido Cerqueira (Folha 5/7), é importante esclarecer que o prefeito Barbosa Neto não teve responsabilidade pelo péssimo momento vivido pelo Londrina Esporte Clube (LEC). Antes mesmo da intervenção judicial, constituiu um grupo liderado pelo professor Antonio Carlos Gomes que, por sua vez, estruturou um projeto para o clube, apresentado, depois, à sociedade, na Acil. É bom lembrar que a Justiça foi quem escolheu um grupo sem tradição no futebol e, hoje, o LEC paga o preço daquela escolha.  Mesmo tendo preferência pela SM Sports, o prefeito nunca agiu com “birra” ou torceu para o fracasso da parceria. Ao contrário do que o leitor dispara, Barbosa recebeu o grupo Universo em seu gabinete e se colocou à disposição para ajudar o clube. A Prefeitura fez as reformas necessárias no Estádio do Café, investindo mais de R$ 1 milhão, para que o Londrina tivesse seu mando de campo em casa. O prefeito é um torcedor apaixonado do Tubarão e não se omitirá em colocá-lo no lugar que a torcida merece.

Núcleo de Comunicação - PML
 

Asfalto

Em resposta à leitora Kátia Zanetti, (JL 5/7), informamos que as condições péssimas do asfalto de nossa cidade se deve, em especial, pela não manutenção mínima necessária durante anos. Com isso, Londrina conta hoje com um déficit de manutenção em aproximadamente 800 km do pavimento asfáltico. O prefeito Barbosa Neto já realizou, durante seus 14 meses de mandato, quase o dobro de recape e tapa buraco que administração passada executou em oito anos. Enquanto o governo passado fez 498 mil metros quadrados, em um ano e dois meses, a administração municipal fez 793.432 metros quadrados em todas as regiões da cidade. O prefeito Barbosa Neto conseguiu recursos do Paraná Cidade, no total de R$ 35 milhões, que estão recuperando totalmente os asfaltos das principais avenidas como Duque de Caxias, Portugal, Inglaterra, Saul Elkind, Rio Branco, Leste Oeste, 10 de Dezembro, Arthur Thomas, Roberto Koch, Francisco Gabriel de Arruda; além de bairros como o Jardim Bandeirantes, Orion, San Fernando, San Izidro e imediações. Esses recursos do Paraná Cidade, também, garantem a compra de uma nova usina de asfalto e de equipamentos para a pavimentação, já que a última compra considerável dessas máquinas ocorreu na gestão do então prefeito Wilson Moreira. É justo lembrar que o antigo Pavilon, instalado na avenida Guilherme de Almeida, região sul, teve que ser fechado pelo prefeito, logo no início do mandato, por determinação da Promotoria do Ambiente. Estamos no encerramento destes processos licitatórios para, efetivamente, receber tais equipamentos, com os quais, poderemos adquirir capacidade de dar uma resposta mais eficiente a esses trabalhos com economicidade e rapidez. Temos a consciência de que precisamos melhorar o asfalto de nossas vias, e não estamos dando desculpas e muito menos nos eximindo de nossa responsabilidade, porém, é pertinente, neste momento, expor os acontecimentos pretéritos e as dificuldades que encontramos. Infelizmente, o problema do asfalto não é exclusivo do seu bairro, em toda a cidade, temos o mapeamento de diversos locais bem deteriorados na pavimentação asfaltica, por isso, estamos trabalhando incessantemente para darmos conta desta demanda reprimida. Talvez, não seja no ritmo que a cidade espera, porém, dentro das possibilidades que encontramos para trabalhar e executar esses serviços.   
MARCELLO FABBIAN TEODORO – SECRETÁRIO DE OBRAS E PAVIMENTAÇÃO
   

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