
O Rio da Minha Rua
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O RIO DA MINHA RUA – UMA EXPERIÊNCIA DE LONDRINA/PR
A presença de 84 cursos d’água urbanos, cujas áreas de preservação permanente são conhecidas na cidade como “fundos de vale” marca a cultura ambiental do londrinense, que está profundamente enraizada neste conceito. Com a preocupação na preservação desta memória de cultura ambiental pelas águas, surge o modelo de planejamento ambiental: “O Rio da Minha Rua”, um programa de endereçamento hidrográfico, uma idéia pioneira e inovadora que abre um novo ciclo de conscientização comunitária, apontando para uma transformação que começa pela definição das micro-bacias hidrográficas, levando em conta as nascentes, os córregos, rios e lagos como referencia de localização e identidade. Assim, cada pessoa, empresa ou escola, terá o seu endereço hidrográfico, ou seja, o conhecimento do rio da sua rua.
Palavras-chave: Bacias Hidrográficas, Educação Ambiental, Micro-bacias Urbanas, Georreferenciamento, Gestão Ambiental.
1 INTRODUÇÃO
O Município de Londrina possui como característica natural marcante a presença de muitas nascentes que dão origem a inúmeros córregos e ribeirões. Somente na área urbana são 84 cursos d’água, o que corresponde a um desafio ímpar em termos de planejamento. Estas áreas de preservação permanente urbanas são conhecidas na cidade como “fundos de vale” e a cultura ambiental do londrinense está profundamente enraizada neste conceito. A instalação do Município em 1934 e toda a ocupação urbana basearam-se em sua hidrografia e o desenvolvimento da cidade tem acompanhado e considerado estas áreas como pontos de atuação.

Figura 1: Área do município de Londrina, dividida em bacias hidrográficas.
Fonte: SEMA – 2007.
Fonte: SEMA – 2007.
As ações de gestão ambiental e planejamento urbano, realizadas ao longo do tempo, mostraram que as intervenções eram melhores concebidas e aceitas quando envolviam a população neste conceito de “fundo de vale”, abrangendo, mais tarde, as bacias hidrográficas.
Com a preocupação na preservação desta memória de cultura ambiental pelas águas, surge o modelo de planejamento ambiental “O Rio da Minha Rua”, um programa de endereçamento hidrográfico, uma idéia pioneira e inovadora que abre um novo ciclo de conscientização comunitária, apontando para uma transformação que começa pela redefinição das áreas da cidade, levando em conta as nascentes, os córregos, rios e lagos como referencia de localização e identidade. Assim, cada pessoa, cada empresa ou escola, pública ou privada, terá o seu endereço hidrográfico. O programa desenvolve um inventário das micro-bacias urbanas através de georreferenciamento para ampliar os estudos e o monitoramento da qualidade ambiental do município.
Como o planejamento da cidade possui ênfase social e ambiental, as bacias hidrográficas foram adotadas como unidades de estudo e gestão, facilitando a implantação do programa “O Rio da Minha Rua”, pois o grande marco desta iniciativa está em otimizar conceitualmente a estrutura de gestão de serviços já existentes para permitir ações objetivando a difusão da consciência em relação à natureza na busca do desenvolvimento sustentável, reduzindo, assim, os custos com trabalhos de manutenção de bueiros, assoreamento de cursos d’água e limpeza urbana.
Portanto, com este complemento hidrográfico nos endereços, cada londrinense pode aprimorar a visão que tem do lugar onde vive, despertar laços afetivos e maior cumplicidade entre as pessoas e o meio ambiente, colocando Londrina na vanguarda da gestão ambiental dentre as cidades brasileiras, sendo esta a principal meta deste projeto.
2 DESENVOLVIMENTO
A população urbana de Londrina é de 433.369 habitantes (IBGE, 2000), o que corresponde a 96,93% da população total. Atualmente, a economia do Município está baseada no setor terciário, com tendências à expansão industrial, o que tem gerado preocupações no sentido do aumento da poluição hídrica e atmosférica na cidade.
Na área urbana, encontramos cinco bacias hidrográficas principais: Jacutinga, Cambé, Água das Pedras, Limoeiro e Cafezal, todos com uma série de afluentes.
Como o planejamento da cidade possui ênfase social e ambiental, as bacias hidrográficas foram adotadas como unidades de estudo e gestão, facilitando a implantação do programa “O Rio da Minha Rua”, pois o grande marco desta iniciativa está em otimizar conceitualmente a estrutura de gestão de serviços já existentes para permitir ações objetivando a difusão da consciência em relação à natureza na busca do desenvolvimento sustentável, reduzindo, assim, os custos com trabalhos de manutenção de bueiros, assoreamento de cursos d’água e limpeza urbana.
Portanto, com este complemento hidrográfico nos endereços, cada londrinense pode aprimorar a visão que tem do lugar onde vive, despertar laços afetivos e maior cumplicidade entre as pessoas e o meio ambiente, colocando Londrina na vanguarda da gestão ambiental dentre as cidades brasileiras, sendo esta a principal meta deste projeto.
2 DESENVOLVIMENTO
A população urbana de Londrina é de 433.369 habitantes (IBGE, 2000), o que corresponde a 96,93% da população total. Atualmente, a economia do Município está baseada no setor terciário, com tendências à expansão industrial, o que tem gerado preocupações no sentido do aumento da poluição hídrica e atmosférica na cidade.
Na área urbana, encontramos cinco bacias hidrográficas principais: Jacutinga, Cambé, Água das Pedras, Limoeiro e Cafezal, todos com uma série de afluentes.

Figura 2: Área urbana de Londrina e suas bacias hidrográficas.
Fonte: SEMA – 2007.
Fonte: SEMA – 2007.
O Município de Londrina está localizado na porção norte do estado do Paraná, na macro-região Sul do Brasil. Sua extensão territorial é de 2.119 Km2 ou 211.900 ha, compreendendo aproximadamente 1% da área total do Estado do Paraná. A linha imaginária do Trópico de Capricórnio (S 23º27’), corta o município de Londrina na sua porção central, na altura da sede do distrito de Maravilha.
O programa será implantado na zona urbana do município, considerando cada micro-bacia existente, onde serão efetuados os trabalhos de georeferenciamento e educação ambiental.
Os trabalhos de localização hidrográfica e sensibilização para os assuntos relativos aos recursos hídricos do cotidiano de cada comunidade abrangem as escolas, empresas, residências, comércio, igrejas, centro comunitários, clubes, através do desenvolvimento sistemático de trabalhos na área educacional-ambiental, tendo como público alvo todos os munícipes da cidade de Londrina.
O programa será implantado na zona urbana do município, considerando cada micro-bacia existente, onde serão efetuados os trabalhos de georeferenciamento e educação ambiental.
Os trabalhos de localização hidrográfica e sensibilização para os assuntos relativos aos recursos hídricos do cotidiano de cada comunidade abrangem as escolas, empresas, residências, comércio, igrejas, centro comunitários, clubes, através do desenvolvimento sistemático de trabalhos na área educacional-ambiental, tendo como público alvo todos os munícipes da cidade de Londrina.
2.1 Metodologia
O programa está sendo desenvolvido em três etapas distintas, porém interligadas e concomitantes:
2.1.1 Geoprocessamento
O Programa Rio da Minha Rua emprega técnicas de Geoprocessamento, com a utilização de cartografia digital; dessa forma, é possível avaliar e monitorar, através de mapas digitais com curvas de nível eqüidistantes 20, 10 e 5 metros, toda a superfície urbana de Londrina e seu uso e ocupação do solo, a rede hídrica de todas as bacias, micro-bacias e suas respectivas represas, incluindo também os logradouros.
Os satélites utilizados para obtenção de imagens foram dois: o QuickBird, com resolução espacial de 0,60 m e passagem pela cidade de Londrina em 22/07/2006, e o SPOT 5, com resolução espacial de 2,50m e passagem pela área em 18/01/2004.
Através de GPS e Sensoriamento Remoto, é possível obter dados sobre a atualização da rede hídrica urbana e de suas represas, para elaboração e atualização dos polígonos das micro-bacias urbanas. Também é possível verificar a toponímia da rede fluvial, inserir os polígonos e pontos referentes ao uso da terra em cada micro-bacia, além da atualização das tabelas alfanuméricas de diversos shapes (camadas).
2.1.2 Educação Ambiental
Esta etapa consiste na ampliação da compreensão, por parte da comunidade, sobre as bacias hidrográficas da cidade e o “rio da sua rua”, através de pequenas intervenções e mudanças de atitudes que podem interferir na qualidade de vida de toda a população.
O programa tem como base o endereçamento hidrográfico de cada cidadão através das contas de telefone, água e luz, destacando a micro-bacia hidrográfica de atuação.
Além de receberem suas contas mensais com o endereçamento hidrográfico, a população poderá participar de oficinas presenciais de sensibilização e mobilização com as lideranças (previamente identificadas) e, na seqüência, com os demais moradores dos bairros.
Nestas oficinas, cada cidadão conhecerá a bacia hidrográfica em que atua e como suas atitudes podem interferir na qualidade da água. O desafio é fazer com que cada cidadão crie um laço de afetividade com o rio da sua rua e passe a realizar ações positivas que levem a sua preservação e recuperação.
O alastramento destas informações será efetuado através da sensibilização ambiental em escolas, empresas, comércios, igrejas, centros comunitários e outros, e utilizará como ferramentas mapas ilustrados, revistas em quadrinhos, cartazes, vídeos, ampla divulgação em rádio e TV, personagens de animação, música tema e site oficial do Programa Rio da Minha Rua.
2.1.3 Licenciamento Ambiental
Para garantir a efetividade destas ações, a Prefeitura realizará o licenciamento ambiental a partir das análises das características sócio-ambientais das bacias hidrográficas e capacidade de suporte dos cursos d’água.
Os satélites utilizados para obtenção de imagens foram dois: o QuickBird, com resolução espacial de 0,60 m e passagem pela cidade de Londrina em 22/07/2006, e o SPOT 5, com resolução espacial de 2,50m e passagem pela área em 18/01/2004.
Através de GPS e Sensoriamento Remoto, é possível obter dados sobre a atualização da rede hídrica urbana e de suas represas, para elaboração e atualização dos polígonos das micro-bacias urbanas. Também é possível verificar a toponímia da rede fluvial, inserir os polígonos e pontos referentes ao uso da terra em cada micro-bacia, além da atualização das tabelas alfanuméricas de diversos shapes (camadas).
2.1.2 Educação Ambiental
Esta etapa consiste na ampliação da compreensão, por parte da comunidade, sobre as bacias hidrográficas da cidade e o “rio da sua rua”, através de pequenas intervenções e mudanças de atitudes que podem interferir na qualidade de vida de toda a população.
O programa tem como base o endereçamento hidrográfico de cada cidadão através das contas de telefone, água e luz, destacando a micro-bacia hidrográfica de atuação.
Além de receberem suas contas mensais com o endereçamento hidrográfico, a população poderá participar de oficinas presenciais de sensibilização e mobilização com as lideranças (previamente identificadas) e, na seqüência, com os demais moradores dos bairros.
Nestas oficinas, cada cidadão conhecerá a bacia hidrográfica em que atua e como suas atitudes podem interferir na qualidade da água. O desafio é fazer com que cada cidadão crie um laço de afetividade com o rio da sua rua e passe a realizar ações positivas que levem a sua preservação e recuperação.
O alastramento destas informações será efetuado através da sensibilização ambiental em escolas, empresas, comércios, igrejas, centros comunitários e outros, e utilizará como ferramentas mapas ilustrados, revistas em quadrinhos, cartazes, vídeos, ampla divulgação em rádio e TV, personagens de animação, música tema e site oficial do Programa Rio da Minha Rua.
2.1.3 Licenciamento Ambiental
Para garantir a efetividade destas ações, a Prefeitura realizará o licenciamento ambiental a partir das análises das características sócio-ambientais das bacias hidrográficas e capacidade de suporte dos cursos d’água.

Figura 3: Foto de satélite ilustrando o “rio da rua” de um bairro londrinense.
Fonte: SEMA – 2007.
Fonte: SEMA – 2007.
2.2 AÇÕES IMPLEMENTADAS
A partir da identificação de que a população participa mais ativamente no seu espaço a partir do conceito de fundo de vale, foram executados alguns projetos pilotos.
No ano de 2004 surge o primeiro grande projeto efetuado em uma bacia hidrográfica: o “Cuidando das Águas”, que programou o diagnóstico ambiental na bacia hidrográfica do ribeirão Lindóia, com investigações que incluíram levantamentos quantitativos e qualitativos dos diferentes tipos de ocupação e impactos sócio-ambientais, tendo como ponto de partida um trabalho de educação ambiental, no qual alunos de 9 escolas estaduais, de 7ª e 8ª séries, realizaram análises da qualidade da água dos córregos que compõe esta bacia por um período de 10 meses.
No ano de 2005, o conceito cristaliza-se em toda a cidade, quando a Conferência do Meio Ambiente, efetuada com ampla participação popular dos segmentos sociais, é realizada considerando as bacias hidrográficas.
Existem ainda, outros projetos em andamento que divulgam as bacias hidrográficas como áreas de intervenção: Biblioteca Móvel Ambiental, Revitalização em Fundos de Vale, diagnósticos sócio-ambientais, dentre outros.
O Programa Rio da Minha Rua consolida-se em 2006, quando foram executados os seguintes procedimentos: atualizou-se o mapeamento de todos os cursos d’água da cidade incluindo variáveis como a delimitação precisa das bacias hidrográficas com os imóveis existentes e banco de dados com informações referentes a uso do solo, arborização e áreas permeáveis; efetuou-se parcerias necessárias com as concessionárias de água e telefone que atuam na cidade para a implantação do endereçamento hidrográfico.
Em 2007 aprofunda-se a sensibilização da população permitindo o enraizamento e apropriação dos rios da cidade na vida cotidiana do cidadão.
No ano de 2004 surge o primeiro grande projeto efetuado em uma bacia hidrográfica: o “Cuidando das Águas”, que programou o diagnóstico ambiental na bacia hidrográfica do ribeirão Lindóia, com investigações que incluíram levantamentos quantitativos e qualitativos dos diferentes tipos de ocupação e impactos sócio-ambientais, tendo como ponto de partida um trabalho de educação ambiental, no qual alunos de 9 escolas estaduais, de 7ª e 8ª séries, realizaram análises da qualidade da água dos córregos que compõe esta bacia por um período de 10 meses.
No ano de 2005, o conceito cristaliza-se em toda a cidade, quando a Conferência do Meio Ambiente, efetuada com ampla participação popular dos segmentos sociais, é realizada considerando as bacias hidrográficas.
Existem ainda, outros projetos em andamento que divulgam as bacias hidrográficas como áreas de intervenção: Biblioteca Móvel Ambiental, Revitalização em Fundos de Vale, diagnósticos sócio-ambientais, dentre outros.
O Programa Rio da Minha Rua consolida-se em 2006, quando foram executados os seguintes procedimentos: atualizou-se o mapeamento de todos os cursos d’água da cidade incluindo variáveis como a delimitação precisa das bacias hidrográficas com os imóveis existentes e banco de dados com informações referentes a uso do solo, arborização e áreas permeáveis; efetuou-se parcerias necessárias com as concessionárias de água e telefone que atuam na cidade para a implantação do endereçamento hidrográfico.
Em 2007 aprofunda-se a sensibilização da população permitindo o enraizamento e apropriação dos rios da cidade na vida cotidiana do cidadão.

Figura 4: Exemplo de endereçamento hidrográfico.
3 CONCLUSÃO
Os principais resultados observados são a maior participação popular em vários projetos implantados no município a partir da identificação com os “fundos de vale” e a apropriação do conceito “O Rio da Minha Rua”.
A conservação e a preservação dos recursos hídricos em Londrina, são preocupações constantes dos gestores e da sociedade, sendo fatores fundamentais para o desenvolvimento sustentável da cidade. Para tanto, as ações de educação ambiental, visando conscientizar a população sobre a importância de se conservar e proteger nossos rios passa a ser de responsabilidade de todo londrinense, englobando o poder público, a iniciativa privada e as organizações não-governamentais, além dos próprios indivíduos em si.
O Programa de endereçamento hidrográfico “O Rio da Minha Rua” vem para integrar as ações ambientais da cidade, como também para transformar Londrina no município que tem como uma das bases de planejamento o cidadão e seus recursos hídricos.
REFERÊNCIAS
AZEVEDO, Luiz Gabriel Todt de et al.Transferência de água entre bacias hidrográficas. Brasília: Banco Mundial, 2005.
BRASIL. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Agir – percepção da gestão ambiental. Vol. 5. São Paulo: Globo, 2004.
BRASIL. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.. Proposta metodológica de macroeducação. Vol. 2. São Paulo: Globo, 2004.
BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 1996. Folha SF. 22-Y-D-III-4 Escala 1:50.000.
BRASIL. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Educação ambiental: as grandes orientações da conferência da Tbilisi. Brasília: IBAMA, 1997.
BRASIL. Ministério da Educação. Educação ambiental: aprendizes de sustentabilidade. Brasília: Secad/MEC, 2007.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Aqui é onde eu moro, aqui nós vivemos: escritos para conhecer, pensar e praticar o Município Educador Sustentável. 2. ed. Brasília: MMA/Programa Nacional de Educação Ambiental, 2005.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Encontros e caminhos: formação de educadoras(es) ambientais e coletivos educadores. Brasília: MMA/Diretoria de Educação Ambiental, 2005.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Identidades da educação ambiental. Brasília: MMA, 2004.
PASTANA, Grace Irene Imbriba. Reflexão sobre o processo de educação ambiental (EA) para a gestão participativa na Área de Proteção Ambiental (APA) de Gericinó-Mendanha/RJ. Revista Brasileira de Educação Ambiental. Brasília: Rede Brasileira de Educação Ambiental, n.2, p. 87-93, 2007.
LONDRINA. Prefeitura do Município de Londrina, 2007. Imagem do satélite Quickbird. Passagem em julho/2006. Londrina/PR.
SÃO PAULO. Secretaria do Meio Ambiente. Gestão participativa das águas. São Paulo: SMA/CPLEA, 2004.
TEIXEIRA, Antonio Carlos. Educação ambiental: caminho para a sustentabilidade. Revista Brasileira de Educação Ambiental. Brasília: Rede Brasileira de Educação Ambiental, n.2, p. 21-29, 2007.
THAME, Antonio Carlos de Mendes (Org.). Comitês de bacias hidrográficas: uma revolução conceitual. São Paulo: IQUAL, 2002.
A conservação e a preservação dos recursos hídricos em Londrina, são preocupações constantes dos gestores e da sociedade, sendo fatores fundamentais para o desenvolvimento sustentável da cidade. Para tanto, as ações de educação ambiental, visando conscientizar a população sobre a importância de se conservar e proteger nossos rios passa a ser de responsabilidade de todo londrinense, englobando o poder público, a iniciativa privada e as organizações não-governamentais, além dos próprios indivíduos em si.
O Programa de endereçamento hidrográfico “O Rio da Minha Rua” vem para integrar as ações ambientais da cidade, como também para transformar Londrina no município que tem como uma das bases de planejamento o cidadão e seus recursos hídricos.
REFERÊNCIAS
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