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Biblioteca infantil realiza atividade em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil

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Atividade de contação de histórias ocorre na próxima quarta-feira (18), a partir das 14 horas

 

A Secretaria Municipal de Cultura, por meio da Biblioteca Infantil de Londrina, realizará na próxima quarta-feira (18), a partir das 14 horas, uma atividade de contação de histórias em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil. O objetivo é incentivar o hábito da leitura de uma forma dinâmica e despertar o gosto pela leitura nas crianças.

A atividade será executada pelo Grupo de contadores de histórias “Rosa Azul”, do Centro Educacional Marista Irmão Acácio. O grupo fará a apresentação das histórias “Faca sem ponta, galinha sem pé”, da escritora Ruth Rocha e “A bolsa amarela”, da escritora Lygia Bojunga. A participação é gratuita. Para as escolas, as inscrições podem ser realizadas pelo telefone: 3371-6603, ou pessoalmente, na Biblioteca, localizada na Praça 1º de Maio, 110, Centro (em frente à Concha Acústica), das 9 às 17 horas. A faixa etária livre.

A bolsa amarela -  Trata-se de um romance infantojuvenil escrito por Lygia Bojunga. A obra, escrita em 1976, e ainda muito atual, conta a história de uma menina que entra em conflito consigo mesma e com a família ao reprimir três grandes vontades: a vontade de crescer, a de ser garoto e a de se tornar escritora. Todas as vontades, ela esconde dentro de sua bolsa amarela, criando um mundo imaginário, povoado de amigos secretos e fantasias, que se juntam ao mundo real da família. O livro se torna, a partir daí, um verdadeiro clássico entre a estreita relação entre o real e o imaginário.

Faca sem ponta, galinha sem pé -  A obra conta a história de dois irmãos que viviam brigando, discutindo por qualquer coisinha, sempre dividindo tudo entre “coisa de menino” e “coisa de menina”. Até que um dia eles passaram por baixo de um arco-íris e saíram do outro lado transformados: Joana vira Joano, Pedro vira Pêdra. A obra da escritora Ruth Rocha, de 1998, com muito bom humor, aborda como as concepções de gênero são manifestadas na socialização das crianças e os fazem refletir que o correto é respeitar e entender as vontades um do outro: meninas podem sim jogar bola e menino pode sim ser vaidoso.

 

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