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Últimas atrações do 7º Encontro de Contadores de Histórias ocorrem neste sábado (10)

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Haverá apresentações gratuitas e uma oficina de contação de história; evento reuniu cerca de 25 atrações em vários espaços de Londrina

 

ecohDPEncerra neste sábado (10) o 7º Encontro de Contadores de Histórias de Londrina (ECOH). A iniciativa tem como objetivo proporcionar ao público momentos de contato com a arte das apresentações narrativas, por meio de histórias contadas por artistas de várias regiões do Brasil.

No último dia de atrações, serão realizadas duas apresentações gratuitas, com classificação livre, e uma oficina na Vila Triolé Cultural, que, assim como o ECOH, também recebe patrocínio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic). Os ingressos para os espetáculos são distribuídos a partir de uma hora antes do início das apresentações. A organização do 7º Encontro é do Instituto Cidadania.

Vindo de Santo André (SP), o Grupo Makunaícontos traz ao norte paranaense o espetáculo Sapatos Trocados. Será a partir das 11 horas, em um evento realizado no Canto do MARL (Movimento dos Artistas de Rua de Londrina), localizado na Avenida Duque de Caxias, 3.241.

Em época em que todos os animais falavam e conviviam em harmonia, o Tatu era o animal mais rápido de todos e tinha como missão ser o mensageiro do reino animal. Para isso, ele ganhou de Tuminkery, o criador de todas as coisas, um par de sapatos mágicos. Em uma grande festa dada pelo Jabuti, o Tatu teve seus sapatos trocados. “Onde foram parar os sapatos mágicos do Tatu? E quem os pegou?”, pergunta o Grupo Makunaícontos, que promove espetáculo com músicas e brincadeiras para divertir, cantar e se emocionar. O repertório conta com histórias tradicionais

dos povos indígenas, permeadas de sonoridade e leveza musical, harmonizando cada conto com suas vozes e cores.

ecohD2No decorrer do mesmo evento, no Canto do MARL, irá ocorrer a apresentação “Dois indígenas Kaingang contam suas histórias”, feita por Geni Grã To Ko Fidencio e João Maria Tapixi, da Terra Indígena Apucaraninha. Em momentos distintos, os dois contarão histórias sobre a infância de cada uma deles na aldeia. Conhecedores da cultura tradicional indígena, mostrarão como vivia a comunidade indígena há 30 ou 40 anos, com histórias de seus avós, cantos e causos.

As atividades do 7º ECOH tiveram início no dia 27 de fevereiro e, até o final dos eventos, terão sido realizadas cerca de 25 apresentações de contação de história e mais quatro oficinas temáticas com diferentes abordagens dentro deste universo.

Oficina – Ainda no sábado (10), a Vila Cultural Triolé recebe, das 9 às 12 horas, a oficina com o tema “O Fio da História”, ministrada por Flávia Wolffowitz, de Araçatuba (SP). As inscrições devem ser feitas pelo e-mail danifioruci@gmail.com e tem custo de R$25, que devem ser pagos no início da atividade. O curso tem carga horária de três horas e é indicado para quem quer começar a contar contos, ou para quem já conta, mas quer conhecer outras maneiras de fazê-lo. A sede da Triolé Cultural fica na Rua Etienne Lenoir, 155, Vila Industrial.

Também conhecida como Obasan Kamishibai, a Tia do Teatro de Papel, é Arte Educadora e Contadora de Histórias desde 1995, tornando-se a primeira brasileira a participar da associação internacional de Kamishibai (IKAJA).

 

Fotos: Divulgação

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