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Praças, Fundos de Vales e Matas Urbanas

A existência de áreas verdes nas cidades, tais como parques, praças e ruas arborizadas, proporcionam às pessoas uma sensação de bem estar, pois as plantas promovem melhoria na qualidade do ar e do conforto térmico, produzem flores e frutos, oferecem sombra e abrigo para a fauna, além de tornar a cidade esteticamente mais agradável. A presença vegetal no meio urbano é muito positiva, mas alguns cuidados no planejamento de áreas verdes devem ser tomados, considerando-se as necessidades fisiológicas e paisagísticas de cada espécie

Praças, Fundos de Vales e Remanescentes de Matas Nativas

As praças são espaços públicos geralmente arborizados. Sua função é oferecer um espaço de lazer para a comunidade, bem como proporcionar uma atuação responsável dos munícipes do ponto de vista socioambiental. As espécies arbóreas que nelas se encontram são importantes do ponto de vista estético de uma cidade, além de conferirem um maior conforto térmico às pessoas. Uma curiosidade: uma árvore transpirando, ou seja, liberando água para o ambiente, pode ser comparada a 4 ou 5 aparelhos de ar condicionado ligados 20 horas por dia.
Os fundos de vale são caracterizados pela presença de córregos e muitas vezes de nascentes de rios. Nesse aspecto, são áreas extremamente importantes, pois a qualidade da água que bebemos depende da preservação do contexto ambiental em que essas áreas estão inseridas. A mata ciliar, que é a vegetação que protege os rios, dada a sua importância, é considerada uma APP – área de preservação permanente, pois impede situações como o assoreamento. A habitação no local é prática ilegal, pois as fossas podem contaminar diretamente o córrego, ou mesmo as próprias nascentes.
Estes espaços públicos estão sendo diagnosticados para posterior elaboração de projetos de revitalização das praças e recuperação de áreas de APP. Estes projetos visam o plantio de árvores nativas e a construção e/ou revitalização dos espaços de lazer municipais, contando com o apoio e uma intervenção conjunta com a comunidade, para a preservação e conservação do ambiente urbano, enfocando também a melhoria da segurança municipal.
Os remanescentes de matas nativas, ou matas urbanas, são fragmentos da vegetação original que cobria Londrina (transição de Mata Atlantica Semidecidua, Cerrado e Floresta Ombrófila Mista) que restaram na paisagem urbana, compondo matas que preservam exemplares da fauna e flora, mantendo consideravel fluxo através dos corredores formados pelos fundos de vale.

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Lago Igapó

 

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Lago Cabrinha

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Marco Zero

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Mata Luiz de Sá

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