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Controle Infecção Hospitalar

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Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

"Antes de tudo, não cause dano". Esse dito lembra que devemos considerar o possível dano que uma intervenção pode causar.
O objetivo das pacientes que procuram o serviço é ter alta do hospital restabelecidas do parto e com o recém-nascido saudável. No entanto, surgem consequências indesejáveis e não intencionais durante o cuidado, dentre elas, as infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS).
Preocupada com o controle das infecções, a Maternidade Municipal conta com um serviço, composto por um médico e uma enfermeira, que segue as normas do Ministério da Saúde e ANVISA, elaborando diretrizes para guiar as práticas dos profissionais do serviço. Essas diretrizes visam garantir a segurança dos pacientes e dos profissionais envolvidos.
Vários fatores contribuem para o surgimento das infecções hospitalares, entre elas, o desenvolvimento de procedimentos invasivos, pacientes imunodeprimidos e taxa cada vez maior de resistência microbiana.
Foram adotadas algumas medidas que têm conseguido evitar e diminuir as infecções:
1- higienização das mãos, sendo a base das ações;
2- alojamento conjunto por 24 horas;
3- unidade de recém-nascido somente para bebês de risco, com restrição de visitas, liberadas somente aos pais;
4- prevenção das infecções de ferida cirúrgica; com remoção apropriada de pêlos, curativo oclusivo 24 horas, antibioticoprofilaxia perioperatória e estimulo a boa higiene;
5- prevenção das infecções de corrente sanguínea;
6- prevenção das infecções de trato urinário;
7- vigilância constante das pacientes internadas quanto aos sinais de infecção;
8- ênfase na equipe do serviço de limpeza,
9- central de material esterilizado, com controle rigoroso das etapas de preparo do material utilizado no hospital;
10- isolamento de pacientes com infecções ou doenças infecciosas;
11- liberação de dois visitantes apenas, evitando o excesso de pessoas circulando dentro do serviço.
A ocorrência de infecção implica num grande peso social e financeiro para familiares e instituição, pois aumenta tempo de permanência hospitalar e uso de medicamentos, não havendo razão para economizar esforços para implementar as ações necessárias.
O melhor caminho ainda é a prevenção das IRAS, como vigilância, controle e prevenção, que nos conduz a melhores taxas de infecção hospitalar, e dos programas de segurança do paciente. Sendo assim, devemos prosseguir, aperfeiçoar e melhorar sempre. Os desafios só podem ser superados com trabalho em equipe, por meio da colaboração de pacientes e profissionais do serviço.

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