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Secretaria Municipal de Saúde - Imunização

Imunização

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Imunização
Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais - CRIE
Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia - CIVP
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As ações de vacinação são coordenadas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, que tem como objetivo erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis no território brasileiro.

A vacinação é a maneira mais eficaz de evitar diversas doenças imunopreveníveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B, febre amarela, entre outras.


Calendários de Vacinação

O calendário de vacinação brasileiro é aquele definido pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI/MS) e corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública do país. Atualmente é constituído por 12 produtos recomendados à população, desde o nascimento até a terceira idade, e distribuídos gratuitamente nos postos de vacinação da rede pública. Confira, abaixo, os 3 calendários de vacinação:


Calendário Básico de Vacinação da Criança

Calendário de Vacinação do Adolescente

Calendário de Vacinação do Adulto e do Idoso


Eventos Adversos Pós-Vacinação

A vacinação segura constitui componente prioritário do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde do Brasil, o qual procura garantir a utilização de vacinas de qualidade; aplicar, rigorosamente, as boas práticas de imunização; monitorar os eventos adversos pós-vacinação (EAPV) que, por ventura, possam ocorrer; além de fortalecer alianças com os meios de comunicação com mensagens claras sobre as estratégias, prioridades e segurança da vacinação.

Entende-se por evento adverso pós-vacinação (EAPV) qualquer ocorrência clínica indesejável em indivíduo que tenha recebido algum imunobiológico. Um evento que está temporalmente associado ao uso de uma vacina nem sempre tem relação causal com a vacina administrada. Esses eventos podem ser relacionados à composição da vacina, aos indivíduos vacinados, à técnica usada em sua administração ou a coincidências com outros agravos.

A partir de sua localização, os eventos adversos podem ser locais ou sistêmicos e, de acordo com sua intensidade, podem ser leves, moderados ou severos (graves). De acordo com o Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação, é considerado evento adverso grave aquele que:

  1. Necessite de hospitalização por pelo menos 24 horas;
  2. Gere incapacidade significativa ou persistente (sequela);
  3. Resulte em anomalias congênitas;
  4. Cause ameaça à vida (necessidade de intervenção imediata para evitar o óbito);
  5. Leve ao óbito.

Leia mais:

Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação



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